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GNOME 3.0: uma nova forma de apreciar o Linux

Pinguins de plantão, prestem atenção: o pessoal por trás do GNOME liberou a terceira versão de seu sistema recentemente. E mesmo não tendo tanta exposição quanto o KDE e afins, os primeiros reviews indicam que o GNOME 3 adiciona detalhes interessantes e intuitivos ao mundo do Linux.

Logo de cara, há uma palavra unânime nas críticas: intuitivo. O pessoal do Meio Bit, por exemplo, diz que a interface é simples e bem desenhada. Há no topo do sistema uma barra que unifica todo o sistema: o Activities mostra o que você está fazendo num formato próximo ao exposé do Mac OS X e também exibe os aplicativos e utilitários com grandes ícones. Enquanto isso, o lado direito fica reservado para a parte de configuração e afins. Na parte inferior, um sistema prático de notificações.

Popout

Ainda segundo o Meio Bit, apesar da parte intuitiva, há uma visível falta de polimento no sistema. Pequenos detalhes incomodam, como os bugs no sistema de notificação — questões que devem ser resolvidas na próxima actualização. Mas o que mais incomodou foi a limitação de customização: logo num Linux, as opções de configuração manual são limitadas. Para se ter uma ideia, não é possível mudar o esquema de cores do sistema.

Segundo o Ars Technica, a solidez do GNOME 3.0 surge pela paciência de seus desenvolvedores em lançarem a versão final apenas quando ela estava, bem, finalizada. Pode parecer óbvio, mas não foi o que aconteceu com o KDE 4, e as reclamações atrapalharam a vida do sistema. A espera parece ter valido a pena: apesar das restrições, o GNOME 3.0 oferece uma experiência ao usuário bem completa e intuitiva, enfrentando as principais barreiras do Linux sem medo. Clique ao lado para ler as resenhas completas e baixar o sistema. [GNOME 3.0 via Meio BitArs Technica]

 

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